A noite pausa e queima. Agiganta-se e adensa-se. Precipita-se sobre os vestígios de sensatez com um toque abrasivo. Tudo estala. O silêncio como loucura à espreita. O vazio como dose imponderada da ausência. E uma trovoada emocional que não é travada pela insana sonolência. Por isso, e mais uma vez, tal como o Al Berto, “escrevo com um único fim: salvar o dia”.
Terça-feira, 23 de Março de 2010
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