O meu corpo contorce-se ao primeiro sinal de ausência. E tal como o Herberto Hélder, “eu procuro dizer como tudo é outra coisa”. A ansiedade atravessa-me os poros e estala-me os ossos. Faz-me perder o sentido das proporções. A alvorada dos sentidos estremece-me de norte a sul. É crepitação copo a copo, transpiração corpo a corpo, inspiração boca a boca, emoção louca a louca. Não há banho que me lave. Tudo é intenso. Nada é suave. Domingo, 31 de Janeiro de 2010
Contorções
O meu corpo contorce-se ao primeiro sinal de ausência. E tal como o Herberto Hélder, “eu procuro dizer como tudo é outra coisa”. A ansiedade atravessa-me os poros e estala-me os ossos. Faz-me perder o sentido das proporções. A alvorada dos sentidos estremece-me de norte a sul. É crepitação copo a copo, transpiração corpo a corpo, inspiração boca a boca, emoção louca a louca. Não há banho que me lave. Tudo é intenso. Nada é suave.
Subscrever:
Enviar comentários (Atom)

2 comentários:
convulsão de sentidos...
sentida...
... em espasmos de falta...
A saudade é mesmo assim, sentida....
Enviar um comentário