Terça-feira, 5 de Janeiro de 2010

Balões

"O amor-próprio é um balão cheio de vento, do qual saem tempestades quando o picam". Pois o meu é um balão cheio de água, do qual caem terríveis aguaceiros quando rebenta. Mesmo que tente apanhar tudo há gotas que se perdem. E eu já devia saber melhor, não é Voltaire?

3 comentários:

Satine disse...

tal e qual.

*

pepita chocolate disse...

Confesso que gosto deste pensamento de Voltaire. Não tanto pela sua veracidade, pois a esse balão não lhe chamaria amor próprio, usaria outro nome. Não deixo de gostar da frase que escolheste. Por uma certa poesia que emana.

Quanto às minha tempestades, sempre gostaria de saber que tempestade emocional preciso eu para fazer dobrar a teimosia! Preciso de um susto, é? ;)
Beijoca!

b.vilão disse...

Apenas acho que a teimosia, tal como certas características vincadas, ficam recolhidas e suavizadas perante determinadas emoções.